Será que existe uma hora exata para crescermos? Uma idade fixa?
Uma vez ouvi dizer que se vai ao pediatra até os 20 anos... Já estou com 24...
Eu não passei por muitas crises, dessas pós-modernas: crise de infância, adolescência, dos 40... sei lá...
Mas acho que estou no meio de uma... ou só firulando um pouco as coisas. Confesso que torço pela segunda opção!
...
Mas o fato é que sempre achei que crescer era ter as rédeas de sua própria vida. Isso na minha cabeça sempre se configurou com a imagem de uma casa e/ou família. Sabe... o momento de ruptura, onde se deixa o núcleo habitual de nascença e se constituí um novo.
Começo a ver que as coisas não são bem assim.
Na verdade ao longo de nossa vida nos são dadas pequenas responsabilidades (turbulênciasinhas), acho que para que nos acostumemos, paulatinamente, com esses engodos que fazem parte da vida. E que num momento que creio eu ter uma data singular para cada ser humano, eclodem todos ao mesmo tempo. Em maior ou menor escala.
Acho que me encontro numa escala richter pouco elevada... Devo estar no nível 2... Mas não sei se a questão que se coloca aqui é exatamente a intensidade do tremor, mas o tremor em si e, principalmente, sua forma de lidar com ele.
Por que ele não passa, ele se naturaliza em nossas vidas.
E é exatamente nesse momento, em que a naturalização se completa, que você efetivamente cresceu.
Eu vou seguindo no aprendizado de convivência com esse novo elemento da vida, turbulências e tremores constantes e intermináveis, mas não intermitentes.
C’e la vie! (ta certo isso?!)
Uma vez ouvi dizer que se vai ao pediatra até os 20 anos... Já estou com 24...
Eu não passei por muitas crises, dessas pós-modernas: crise de infância, adolescência, dos 40... sei lá...
Mas acho que estou no meio de uma... ou só firulando um pouco as coisas. Confesso que torço pela segunda opção!
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Mas o fato é que sempre achei que crescer era ter as rédeas de sua própria vida. Isso na minha cabeça sempre se configurou com a imagem de uma casa e/ou família. Sabe... o momento de ruptura, onde se deixa o núcleo habitual de nascença e se constituí um novo.
Começo a ver que as coisas não são bem assim.
Na verdade ao longo de nossa vida nos são dadas pequenas responsabilidades (turbulênciasinhas), acho que para que nos acostumemos, paulatinamente, com esses engodos que fazem parte da vida. E que num momento que creio eu ter uma data singular para cada ser humano, eclodem todos ao mesmo tempo. Em maior ou menor escala.
Acho que me encontro numa escala richter pouco elevada... Devo estar no nível 2... Mas não sei se a questão que se coloca aqui é exatamente a intensidade do tremor, mas o tremor em si e, principalmente, sua forma de lidar com ele.
Por que ele não passa, ele se naturaliza em nossas vidas.
E é exatamente nesse momento, em que a naturalização se completa, que você efetivamente cresceu.
Eu vou seguindo no aprendizado de convivência com esse novo elemento da vida, turbulências e tremores constantes e intermináveis, mas não intermitentes.
C’e la vie! (ta certo isso?!)
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