
A Flor de Solange
Andando pelas ruas do Pelourinho em Salvador, eis que me deparo com uma senhora que me presenteia com uma flor. Diz-me que seu nome é Solange e me pergunta qual a língua mais difícil do mundo?
Respondo: _ O português! E ela me lista uma série de palavras, fala sobre sua vida, seu dia, pergunta de onde eu sou e diz que já morou no Rio... Figuravas de Salvador... Figuras do mundo... Figuras da vida...
Mais tarde um dos gringos que está hospedado no mesmo albergue que eu, me perguntou a diferença entre Rio e Salvador... Perguntinha difícil essa... Mas eu respondi que são as pessoas... o que pra mim é mais uma verdade do que uma resposta de fuga.
Isso porque nos últimos tempos cada vez mais eu tenho me desiludido com os cariocas e me encantado com o resto dos brasileiros... A cada encontro estudantil de História, onde posso ter uma contato grande com pessoas de todo o Brasil, ou mesmo em cada viagem que faço, me desanimo com a postura prepotente do carioca e me animo de ver quanta beleza há no resto do país. Beleza natural e humana.
Mas voltemos a flor, já que ela é a inspiração destas linhas. Uma flor amarela, de uma mulher radiosa. Me disse que eu era linda e não me pediu dinheiro. E mesmo por detrás do sorriso espaço, havia beleza em seu olhar...
Ontem eu ouvi de uma menina que acabara de conhecer: _ que tem coisas na vida que lembraremos pra sempre... E eu disse: Ainda bem!
Andando pelas ruas do Pelourinho em Salvador, eis que me deparo com uma senhora que me presenteia com uma flor. Diz-me que seu nome é Solange e me pergunta qual a língua mais difícil do mundo?
Respondo: _ O português! E ela me lista uma série de palavras, fala sobre sua vida, seu dia, pergunta de onde eu sou e diz que já morou no Rio... Figuravas de Salvador... Figuras do mundo... Figuras da vida...
Mais tarde um dos gringos que está hospedado no mesmo albergue que eu, me perguntou a diferença entre Rio e Salvador... Perguntinha difícil essa... Mas eu respondi que são as pessoas... o que pra mim é mais uma verdade do que uma resposta de fuga.
Isso porque nos últimos tempos cada vez mais eu tenho me desiludido com os cariocas e me encantado com o resto dos brasileiros... A cada encontro estudantil de História, onde posso ter uma contato grande com pessoas de todo o Brasil, ou mesmo em cada viagem que faço, me desanimo com a postura prepotente do carioca e me animo de ver quanta beleza há no resto do país. Beleza natural e humana.
Mas voltemos a flor, já que ela é a inspiração destas linhas. Uma flor amarela, de uma mulher radiosa. Me disse que eu era linda e não me pediu dinheiro. E mesmo por detrás do sorriso espaço, havia beleza em seu olhar...
Ontem eu ouvi de uma menina que acabara de conhecer: _ que tem coisas na vida que lembraremos pra sempre... E eu disse: Ainda bem!


